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6 de outubro de 2012

Confissão à Vida

Um dia destes, eu saio para procurar a vida e quando a encontrar beijarei a sua mão, serei ousada e sem timidez convidar-lhe-ei para passear. Passearemos de barco pelo rio que desce pelas montanhas e desnuda tão magnífica paisagem. Ao som do canto de um passarinho far-lhe-ei uma confissão de amor. Dir-lhe-ei dos meus sonhos, dos projetos que fiz para nós. Farei questão de fazê-la saber que sem ela não existo e nada faz sentido e que se não a tiver ao meu lado, serei então a mais infeliz dos seres. Ah vida minha, como eu amo-te e quero-te! Não vivamos mais em desencontros quase fatais.
Sóninha Santos